quarta-feira, 7 de outubro de 2020

 ATIVIDADE DE LÍNGUA PORTUGUESA E CIÊNCIAS – INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=8TND9e52yuo&feature=youtu.be


A fúria da natureza

tem muito a nos avisar,

que um dia tudo isso

pode acabar.

 

Nosso planeta pede socorro,

ele não pode esperar.

Vamos nos unir

para a terra tentar salvar.

 

Quando se liga a televisão

só se fala em desastres e destruição.

Estão a incendiar

nossa floresta que ar nos dar.

 

Vamos todos dar as mãos,

salvar a terra da destruição.

Não deixar a nossa ambição

poluir o nosso coração.


Vamos todos dar as mãos,

salvar a terra da destruição.

Não deixar a nossa ambição

 poluir o nosso coração.

 

A fúria da natureza

tem muito a nos avisar,

que um dia tudo isso

pode acabar.

 

Nosso planeta pede socorro,

ele não pode esperar.

Vamos nos unir

para a terra tentar salvar.

 

O homem só pensa em destruir

tudo aquilo que a natureza já nos deu.

Precisamos nos conscientizar,

podemos ser os últimos

 do sistema solar.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=8TND9e52yuo&feature=youtu.be

Questões de interpretação

1. De acordo com a canção, o que a natureza tem a avisar?

2. Quem não pode esperar?

3. De acordo com a canção, o que é falado quando se liga a televisão?

4. A canção diz que não devemos deixar a ambição poluir o nosso coração. Ela se refere ao órgão do nosso corpo ou as nossas ações perante a natureza? Comente.

5. De acordo com a canção, quem destrói tudo o que a natureza oferece?

6. De acordo com o seu conhecimento sobre as recentes queimadas na Amazônia, elabore um texto explicando o que está acontecendo com os animais, a floresta e a população indígena afetada. 

7. Leia a charge e responda. 

a. Qual a crítica que a Mônica faz ao protestar contra as queimadas?

ATIVIDADE DE HISTÓRIA

A escravidão africana e a migração forçada 

Conteúdo do vídeo transcrito em texto:

A diáspora africana: Da escravidão á migração forçada de nativos africanos

     Com as grandes navegações dos séculos XV e XVI Portugal formou um império com terras na Europa na América, na África e na Ásia. O primeiro continente que os portugueses alcançaram navegando pelo oceano atlântico foi a África. Lá eles estabeleceram contato com diferentes povos, mas a princípio não ocuparam o território.

Na América os portugueses chegaram em 1500, cerca de 30 anos depois começaram a ocupar as terras com a produção de cana-de-açúcar, explorando o trabalho escravo de índios e africanos.

O índio foi o primeiro a ser escravizado, mas essa prática sofreu resistência dos próprios índios que conheciam o território e como escapar, e da igreja católica que desejava catequiza-los. A opção foi trazer trabalhadores da África onde a escravidão existia a algum tempo.

O principal motivo por trás dessa decisão provavelmente foi o lucro que o tráfico gerava para os comerciantes europeus. Com esse comercio a escravidão africana ganhou enorme proporção provocando o maior movimento migratório forçado da história.

No início, os próprios europeus capturavam os cativos, mais tarde eles passaram a obter escravos dos chefes africanos, oferecendo em troca produtos como tabaco cachaça e armas. Vários povos e reinos africanos participavam do comércio de escravos.

Os cativos eram capturados no interior do continente e podiam ser pessoas que não conseguiam quitar suas dívidas ou prisioneiros de guerra. Em geral, os traficantes de escravos eram africanos portugueses e luso-brasileiros. Ao governo português cabia garantir o negócio e lucrar com a cobrança de taxas e impostos.

          Os africanos aprisionados eram conduzidos a fortalezas presídios e feitorias instalados nas regiões litorâneas do continente onde ficavam presos por até 20 dias. A viajem pelo atlântico acontecia nos chamados navios negreiros onde os cativos permaneciam acorrentados, muitos morriam por causa das doenças e das difíceis condições das viagens, como a falta de alimento e das instalações sanitárias.

            O porto de Salvador era um dos principais lugares de desembarque de africanos no Brasil. Ao desembarcarem os cativos recebiam cuidados para se recuperarem da viagem e poderem ser negociados nas cidades. A maior parte dos escravos seguiam para as fazendas de açúcar onde não viviam mais que 30 anos.

Na nova terra era preciso reconstruir a vida aprender a língua, o trabalho e as regras do lugar sempre convivendo com a vigilância dos feitores e os castigos físicos. Muitos cativos buscavam a liberdade, alguns por meio da revolta ou da fuga, outros preferiam casar e obter permissão para construir uma família. Durante os quase 4 séculos de escravidão no Brasil aproximadamente 5 milhões de africanos foram trazidos a força para a nossa terra.

Texto retirado de: https://www.youtube.com/watch?v=y2-SAxldlcc


Olá, Alunos!

Na atividade de hoje vocês irão assistir ao vídeo sobre o tráfico de escravos.


Questões de interpretação

1. Por que a escravidão dos índios sofria resistência na América?

2. Para substituir os indígenas escravos, qual foi a opção?

 3. Qual foi o principal motivo por trás dessa decisão?

4. A escravidão africana ganhou enormes proporções, o que ala provocou?

5. No início, como os cativos africanos eram capturados? 

6. Com o tempo os chefes africanos também escravizavam os cativos e vendiam aos europeus. 

a. O que os chefes africanos ganhavam em troca?

b. No geral, quem eram os cativos capturados no interior do continente?

8. O que acontecia com os cativos aprisionados durante a viagem?



 Bons estudos!

Língua Portuguesa

 Conteúdos de Língua Portuguesa

Textos narrativos:

Em construção...



Gramática:

Em construção...



Ortografia:

Em construção...

terça-feira, 6 de outubro de 2020

 

Emoção: um calango muito calmo

 

Na Itacoatiara dos macacos vive um calango muito calmo que se chama Emoção, ele cuida do local com muita dedicação. Certo dia Emoção estava regando uma goiabeira quando uma lagarta mal humorada gritou:

        Aqui não, Emoção! vá regar em outro lugar! Não quero que molhe as folhas, prefiro-as sequinhas.

Emoção, calmo, disse a lagarta que se não regar a goiabeira as folhas murchariam por falta de água e a lagarta ficaria sem lar e sem a comida preferida dela. A lagarta não quis saber.

Emoção pediu desculpas e foi varrer a entrada da Itacoatiara. Quando estava varrendo o local, sem querer, passou a vassoura na entrada do formigueiro. A formiga que vigiava a entrada e se irritava com qualquer coisa, disse:

        Aqui não, emoção. Vá para outro lugar!

Emoção, calmo que é, pediu desculpas e saiu. Decidiu limpar a água do manancial que estava coberta por folhas secas que caiam das árvores.

No manancial vive uma tartaruga que não gosta de ser incomodada. Quando Emoção foi retirar as folhas secas da água, sem querer, acertou a vara de coletar folhas no casco da tartaruga que imediatamente disse:

 Aqui não, emoção, vá procurar o que fazer em outro lugar!

Emoção tentou explicar que se não retirasse as folhas e os gravetos a tartaruga não conseguiria nadar e poderia ocorrer um acidente. Mas ela não quis saber.

Emoção, calmo que é, decidiu não fazer mais nada e aguardou o tempo se encarregar de dar uma lição. A seca chegou na região e sem a chuva a goiabeira foi morrendo aos poucos, as folhas murcharam e caíram no manancial. A lagarta ficou faminta.

Dias depois um vendaval forte sacudiu a goiabeira e a derrubou no manancial, com a queda espalhou água por cima do formigueiro e alagou o lar das formigas que quase morreram afogadas.

 A tartaruga, que estava na água no momento da queda da goiabeira, foi arremessada no alto de uma pedra que não tinha saída e lá ficaria o dia inteiro.

A formiga, a lagarta e a tartaruga olharam para Emoção, que calmamente assistia tudo acontecer, e reclamaram por ele estar calmo diante do que havia acontecido. Emoção então falou:

 Quem com arrogância fere, em virtude dela será ferido.

 Autor: Alex Gabriel Marques dos Santos


Fim!


domingo, 4 de outubro de 2020

Atividade - A raposa rabugenta que vivia na pedra do bico

 

A raposa rabugenta que vivia na pedra do bico

Em baixo da pedra do bico vive uma raposa muito rabugenta que não gosta de humanos. Quando percebe que os turistas estão se aproximando da pedra, a raposa rola pedras na direção deles. Os turistas desavisados pensam que as pedras se soltam devido ao vento.

 Um dia o jovem Pedro, um rapaz que gosta de aventuras, resolveu ir até a pedra do bico para conhecer o lugar, seguindo a trilha que dá acesso a pedra, ele percebeu que estavam rolando pedras do alto, o que não sabia era que as pedras estavam sendo jogadas pela velha raposa rabugenta que não queria a presença do visitante no local.

O rapaz muito destemido não desistiu de subir até a pedra, chegando lá não encontrou o responsável por rolar as pedras ladeira abaixo. Pedro decidiu descansar um pouco antes de sair para explorar o local e após retomar o folego começou a explorar o terreno da pedra do bico.

O rapaz viu uma fenda em baixo da pedra e resolveu olhar de perto. A raposa rabugenta saltou na cabeça do jovem e deu-lhe um susto tremendo. O rapaz ficou desnorteado sem saber o porquê da raposa ter feito aquilo com ele. Mas Pedro era um rapaz que gostava de animais, então decidiu dar um pedaço de bolacha, que ele trouxe na sua mochila, para a velha raposa que muito desconfiada não quis pegar, mas aos poucos Pedro foi ganhando a confiança da raposa que logo aceitou.

Foi então que Pedro perguntou a velha raposa porque ela não gostava de visitantes. A raposa disse que quando era jovem caçadores tentaram captura-la e desde então tem afugentado os humanos que tentam subir a serra para conhecer a pedra do bico. A raposa, que nunca tinha conhecido um humano bom, percebeu que nem todos os seres humanos eram malvados e que ela não podia julga-los pela mesma régua, pois desse dia em diante ela percebeu que haviam humanos gentis e não jogou mais pedras nos visitantes.

A raposa contente por ter conhecido Pedro decidiu dar-lhe um presente, uma pedra de quartzo rosa muito bonita. Pedro aceitou o presente e seguiu para casa feliz por ter conhecido o lugar e ter feito amizade com a velha raposa.

Moral da história: Não se pode julgar a todos pela mesma régua.

Autor: Alex Gabriel Marques dos Santos


Atividade


1. Qual o personagem da história?

2. Onde o personagem vive?

3. Quem era o rapaz que gostava de aventuras?

4. O que a raposa faz quando percebe que os turistas estão chegando?

5. O que aconteceu quando o rapaz olhou na fenda?

6. Por que a raposa não gostava de visitantes?

7. O que a raposa percebeu?

8. O que a raposa deu de presente a Pedro?

9. Qual a moral da história?

10. Esse texto é:

a (   ) um conto

b (   ) um mito

c (   ) uma lenda

d (    ) uma fábula




Atividade de interpretação: O saci que prega peças nos turistas do Bodopitá

 

 O saci que prega peças nos turistas do Bodopitá


Lenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos. De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana. Uma lenda pode ser também verdadeira, o que é muito importante.

 Atenção! Esta lenda é uma criação fictícia para incorporação de paisagens naturais locais na literatura popular e não está relacionada a história local. Embora seja possível torna-la permanente para o enriquecimento da cultura local do município.


Atividade:

Questões

1. Qual o título do texto?

2. Qual o personagem principal?

3. Onde ele vive?

4. Em quem o saci adora pregar peças?

5. O que o Saci faz quando os turistas se distraem?

6. Qual a reação dos turistas ao perceberem que tiveram os pertences trocados?

7. O que os turistas fazem para não ter os pertences trocados por pedras?

8. O que os turistas pedem a pedra do touro?

9. Por quanto tempo o Saci permanece preso na caverna?