1.De acordo com a canção, o que a natureza tem a avisar?
2.Quem não pode esperar?
3.De acordo com a canção, o que é falado quando se liga a televisão?
4.A canção diz que não devemos deixar a ambição poluir o nosso coração. Ela se refere ao órgão do nosso corpo ou as nossas ações perante a natureza? Comente.
5.De acordo com a canção, quem destrói tudo o que a natureza oferece?
6. De acordo com o seu conhecimento sobre as recentes queimadas na Amazônia, elabore um texto explicando o que está acontecendo com os animais, a floresta e a população indígena afetada.
7. Leia a charge e responda.
a. Qual a crítica que a Mônica faz ao protestar contra as queimadas?
A diáspora africana:
Da escravidão á migração forçada de nativos africanos
Com as grandes
navegações dos séculos XV e XVI Portugal formou um império com terras na Europa
na América, na África e na Ásia. O primeiro continente que os portugueses
alcançaram navegando pelo oceano atlântico foi a África. Lá eles estabeleceram
contato com diferentes povos, mas a princípio não ocuparam o território.
Na América os
portugueses chegaram em 1500, cerca de 30 anos depois começaram a ocupar as
terras com a produção de cana-de-açúcar, explorando o trabalho escravo de índios
e africanos.
O índio foi o
primeiro a ser escravizado, mas essa prática sofreu resistência dos próprios
índios que conheciam o território e como escapar, e da igreja católica que
desejava catequiza-los. A opção foi trazer trabalhadores da África onde a
escravidão existia a algum tempo.
O principal
motivo por trás dessa decisão provavelmente foi o lucro que o tráfico gerava
para os comerciantes europeus. Com esse comercio a escravidão africana ganhou
enorme proporção provocando o maior movimento migratório forçado da história.
No início, os
próprios europeus capturavam os cativos, mais tarde eles passaram a obter escravos
dos chefes africanos, oferecendo em troca produtos como tabaco cachaça e armas.
Vários povos e reinos africanos participavam do comércio de escravos.
Os cativos
eram capturados no interior do continente e podiam ser pessoas que não
conseguiam quitar suas dívidas ou prisioneiros de guerra. Em geral, os
traficantes de escravos eram africanos portugueses e luso-brasileiros. Ao
governo português cabia garantir o negócio e lucrar com a cobrança de taxas e
impostos.
Os africanos aprisionados eram
conduzidos a fortalezas presídios e feitorias instalados nas regiões litorâneas
do continente onde ficavam presos por até 20 dias. A viajem pelo atlântico
acontecia nos chamados navios negreiros onde os cativos permaneciam
acorrentados, muitos morriam por causa das doenças e das difíceis condições das
viagens, como a falta de alimento e das instalações sanitárias.
O porto de Salvador
era um dos principais lugares de desembarque de africanos no Brasil. Ao
desembarcarem os cativos recebiam cuidados para se recuperarem da viagem e
poderem ser negociados nas cidades. A maior parte dos escravos seguiam para as
fazendas de açúcar onde não viviam mais que 30 anos.
Na nova terra era
preciso reconstruir a vida aprender a língua, o trabalho e as regras do lugar
sempre convivendo com a vigilância dos feitores e os castigos físicos. Muitos
cativos buscavam a liberdade, alguns por meio da revolta ou da fuga, outros
preferiam casar e obter permissão para construir uma família. Durante os quase
4 séculos de escravidão no Brasil aproximadamente 5 milhões de africanos foram
trazidos a força para a nossa terra.
Na Itacoatiara
dos macacos vive um calango muito calmo que se chama Emoção, ele cuida do
local com muita dedicação. Certo dia Emoção estava regando uma goiabeira quando
uma lagarta mal humorada gritou:
— Aqui não, Emoção! vá regar
em outro lugar! Não quero que molhe as folhas, prefiro-as sequinhas.
Emoção,
calmo, disse a lagarta que se não regar a goiabeira as folhas murchariam por falta de água e a lagarta ficaria sem lar e sem a comida
preferida dela. A lagarta não quis saber.
Emoção
pediu desculpas e foi varrer a entrada da Itacoatiara. Quando estava varrendo o
local, sem querer, passou a vassoura na entrada do formigueiro. A formiga que
vigiava a entrada e se irritava com qualquer coisa, disse:
— Aqui não, emoção. Vá para
outro lugar!
Emoção,
calmo que é, pediu desculpas e saiu. Decidiu limpar a água do manancial que
estava coberta por folhas secas que caiam das árvores.
No
manancial vive uma tartaruga que não gosta de ser incomodada. Quando Emoção foi
retirar as folhas secas da água, sem querer, acertou a vara de coletar folhas
no casco da tartaruga que imediatamente disse:
— Aqui
não, emoção, vá procurar o que fazer em outro lugar!
Emoção
tentou explicar que se não retirasse as folhas e os gravetos a tartaruga não
conseguiria nadar e poderia ocorrer um acidente. Mas ela não quis saber.
Emoção,
calmo que é, decidiu não fazer mais nada e aguardou o tempo se encarregar de
dar uma lição. A seca chegou na região e sem a chuva a goiabeira foi morrendo
aos poucos, as folhas murcharam e caíram no manancial. A lagarta ficou faminta.
Dias
depois um vendaval forte sacudiu a goiabeira e a derrubou no manancial, com a queda espalhou
água por cima do formigueiro e alagou o lar das formigas que quase morreram
afogadas.
A tartaruga, que estava na água no momento da
queda da goiabeira, foi arremessada no alto de uma pedra que não tinha saída e
lá ficaria o dia inteiro.
A
formiga, a lagarta e a tartaruga olharam para Emoção, que calmamente assistia
tudo acontecer, e reclamaram por ele estar calmo diante do que havia
acontecido.Emoção então falou:
— Quem com
arrogância fere, em virtude dela será ferido.
Em
baixo da pedra do bico vive uma raposa muito rabugenta que não gosta de
humanos. Quando percebe que os turistas estão se aproximando da pedra, a raposa
rola pedras na direção deles. Os turistas desavisados pensam que as pedras se
soltam devido ao vento.
Um dia o jovem Pedro, um rapaz que gosta de
aventuras, resolveu ir até a pedra do bico para conhecer o lugar, seguindo a
trilha que dá acesso a pedra, ele percebeu que estavam rolando pedras do alto,
o que não sabia era que as pedras estavam sendo jogadas pela velha raposa
rabugenta que não queria a presença do visitante no local.
O
rapaz muito destemido não desistiu de subir até a pedra, chegando lá não
encontrou o responsável por rolar as pedras ladeira abaixo. Pedro decidiu
descansar um pouco antes de sair para explorar o local e após retomar o folego
começou a explorar o terreno da pedra do bico.
O
rapaz viu uma fenda em baixo da pedra e resolveu olhar de perto. A raposa
rabugenta saltou na cabeça do jovem e deu-lhe um susto tremendo. O rapaz ficou
desnorteado sem saber o porquê da raposa ter feito aquilo com ele. Mas Pedro era um
rapaz que gostava de animais, então decidiu dar um pedaço de bolacha, que ele
trouxe na sua mochila, para a velha raposa que muito desconfiada não quis
pegar, mas aos poucos Pedro foi ganhando a confiança da raposa que logo
aceitou.
Foi
então que Pedro perguntou a velha raposa porque ela não gostava de visitantes.
A raposa disse que quando era jovem caçadores tentaram captura-la e desde então
tem afugentado os humanos que tentam subir a serra para conhecer a pedra do
bico. A raposa, que nunca tinha conhecido um humano bom, percebeu que nem todos
os seres humanos eram malvados e que ela não podia julga-los pela mesma régua,
pois desse dia em diante ela percebeu que haviam humanos gentis e não jogou
mais pedras nos visitantes.
A
raposa contente por ter conhecido Pedro decidiu dar-lhe um presente, uma pedra
de quartzo rosa muito bonita. Pedro aceitou o presente e seguiu para casa feliz
por ter conhecido o lugar e ter feito amizade com a velha raposa.
Moral da história: Não se pode
julgar a todos pela mesma régua.
Autor: Alex Gabriel
Marques dos Santos
Atividade
1. Qual o personagem da história?
2. Onde o personagem vive?
3. Quem era o rapaz que gostava de aventuras?
4. O que a raposa faz quando percebe que os turistas estão chegando?
Lenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos. De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana. Uma lenda pode ser também verdadeira, o que é muito importante.
Atenção! Esta lenda é uma criação fictícia para incorporação de paisagens naturais locais na literatura popular e não está relacionada a história local. Embora seja possível torna-la permanente para o enriquecimento da cultura local do município.
Atividade:
Questões
1. Qual o título do texto?
2. Qual o personagem principal?
3. Onde ele vive?
4. Em quem o saci adora pregar peças?
5. O que o Saci faz quando os turistas se distraem?
6. Qual a reação dos turistas ao perceberem que tiveram os pertences trocados?
7. O que os turistas fazem para não ter os pertences trocados por pedras?
8. O que os turistas pedem a pedra do touro?
9. Por quanto tempo o Saci permanece preso na caverna?